Não vou negar que a aula do dia 11/12 me deixou completamente inspirada. Então eu acabei tendo duas ideias para a atividade proposta.
Estádios e Arenas do Brasileirão
Para a primeira ideia, decidi usar uma das minhas paixões, que é o futebol. Quando vi uma das referências que a professora mostrou, com colagens de piscinas retiradas do Google Earth, pensei: "BINGO!" Imediatamente tive a ideia de recortar imagens de estádios diretamente do Google Earth e fazer uma colagem em forma de bola de futebol.
Como temos muitos times com estádios/arenas individuais, além dos centros de treinamento, levaria muito tempo para selecionar todos. Com o tempo reduzido, decidi usar apenas os times que fazem parte da elite do futebol brasileiro, os pertencentes à Série A de 2024, incluindo os rebaixados e os promovidos da Série B. Como estamos na Bahia, e o Bahia também é o meu time do coração, incluí o estádio de Pituaçu, além do principal, que é a Arena Fonte Nova.
Sobre a organização, que foi minuciosamente pensada por mim: os estádios/arenas maiores são os dos times que gosto (Bahia e Palmeiras); os intermediários representam os times que acredito que permanecerão na elite do futebol no campeonato de 2025; e os menores correspondem aos que imagino que serão rebaixados para a Série B em 2025.
Para a montagem, usei o Canva e um recortador de imagens online. Peguei um molde de bola e comecei a esquematizar a colagem para deixá-la o mais parecida possível.
(processo da colagem com o molde da bola)
E agora o resultado final sem o a figura da bola:
Eu, particularmente, amei fazer isso! Apesar de ter dado muito trabalho, me diverti bastante procurando os estádios e observando-os sob uma outra perspectiva. Fiquei chocada com a vista superior de alguns, como a Neo Química Arena (estádio do Corinthians), que tem um formato diferente do habitual. Também adorei ver o Allianz Parque (estádio do Palmeiras), porque, aparentemente, a imagem do Google Earth foi capturada enquanto montavam ou desmontavam o palco do show da Taylor Swift (The Eras Tour), da qual também sou muito fã.
De volta ao passado do Beiru
Eu não quis parar por aí...
Agora, utilizando o Google Street View, descobri durante a aula que há a opção de voltar no tempo e visualizar imagens antigas. Decidi, então, ver minha rua e minha casa em sua versão mais antiga possível, para compará-las com a aparência atual.
Para contextualizar: meu bairro passou por grandes mudanças ao longo dos anos, algumas urbanas, mas a mais marcante e sentida pela comunidade foi a mudança de nome. Antes, o bairro era chamado Beiru. há alguns anos atrás, passou a ser chamado de Tancredo Neves.
Quando vi essa imagem, não vou negar... não consegui conter as lágrimas.
A imagem mais antiga do Google Street View é de 2012, pouco tempo depois do falecimento de uma vizinha e da mudança de outro vizinho, que era meu amigo de infância. Ver não só a minha casa tão diferente da atual, mas, principalmente, as casas dos meus vizinhos ali, lugares onde vivi tantas memórias e que hoje não existem mais, me deixou profundamente emocionada. Eu nem sequer lembrava mais como eram as casas dos meus vizinhos.
continuando em 2012, um dos pontos de referência do meu bairro era o posto médico de saúde. Dá para perceber que havia uma certa quantidade de vendedores ambulantes, mas nada comparado à quantidade atual. Ver a movimentação moderada também me surpreendeu; faz anos que eu não vejo o Beiru tão vazio.
imagem 3 (2012)
Ainda em 2012, alguns meses depois das imagens 1 e 2, a casa da minha vizinha já começava a ser tapada. Essa é a última imagem dela registrada. No ano seguinte, ela já deixou de existir fisicamente.
Agora, dando um grande salto para os dias atuais, não tenho mais vizinhos. A feira que ficava no portão de casa deu lugar a carros. Eu não tinha noção da grande mudança que aconteceu até ver tudo assim.
As imagens 5 e 6 mostram a entrada do posto médico de saúde. A feira agora aparece de maneira bem mais expressiva. Pela calmaria das imagens, provavelmente o carro do Google passou por volta das 8h da manhã. Normalmente, esse trecho é bastante movimentado, e as pessoas costumam andar pela pista, já que é impossível transitar pelas calçadas.
Eu me emocionei bastante nessa volta ao passado. Rever o Beiru foi muito marcante, especialmente como moradora do bairro há 22 anos. Ver a presença da minha avó na varanda, o lugar favorito dela na casa, me tocou profundamente. Recomendo a todos essa experiência de voltar no tempo para observar a evolução de seus respectivos bairros.
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